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Foto por: Reprodução/ Twitter
Medeiros, à esquerda, faz campanha ao lado de Rillo e Luciana Fontes

’Não dá para esperar 2022 para livrar o Brasil do assassino Bolsonaro’, diz presidente do Psol

Por: Heitor Mazzoco
28/10/2020 às 23:23
Bastidores

Em entrevista ao DLNews, Juliano Medeiros mostrou empolgação com campanhas do partido em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro


Na mira 1
Jair Bolsonaro (sem partido), presidente da República, vai curtir um pouco mais de "tranquilidade" no governo ao menos até a tão esperada vacina para Covid-19. Depois da vacinação, a pressão das ruas vai voltar, é o que o promete o presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros.

Na mira 2
"Uma vez superada esse trauma que o Brasil vive, a mobilização social vai voltar com força no Brasil. Antes da pandemia já estava convocada mobilização para o mês de março e, claro, a pandemia impactou todo processo. Mas não tenho dúvida, o povo brasileiro está cansado, 70% não apoiam o governo e vai ter luta, mobilização, vai ter gente na rua, porque não dá para esperar 2022 para livrar o Brasil desse assassino, genocida que é Jair Bolsonaro", disse Medeiros em entrevista ao DLNews nesta quarta-feira (28). 

Impeachment
Para Medeiros, um processo de impeachment de Bolsonaro é necessário e crimes de responsabilidade não faltam. "A briga política que ele travou com o governo do Estado aqui (São Paulo) sobre o tema da vacina é mais um aspecto que poderia gerar crime de responsabilidade. Além de todos que já foram gerados. Intervenção na Polícia Federal, desinformação, saidinhas durante pandemia, crime de responsabilidade não falta", disse. 

Empolgação 1
Em visita a Rio Preto para acompanhar a campanha de Marco Rillo (Psol) na disputa pela Prefeitura de Rio Preto, Juliano Medeiros mostrou empolgação com as eleições municipais em que o Psol aparece bem nas pesquisas, como é o caso da Capital paulista. "Destaco a importância do Guilherme Boulos, em São Paulo. Já estamos empatados com segundo colocado, o Celso Russomano (Republicanos), e gera expectativa de ir ao segundo turno. E  faz transferir a expectativa para outras cidades, como Rio Preto", afirmou.

Empolgação 2
O Psol também foca prefeituras de outras capitais. São elas: Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Belém. Destas, a mais complicada é a da Capital mineira, onde Alexandre Kalil (PSD) aparece com mais de 55% nas últimas pesquisas. Já na Capital paraense, Edmilson Rodrigues (Psol) tem 38% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Datafolha.







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