O empresário Gleison Luís Menegildo, denunciado pelo Ministério Público pela morte da adolescente Giovana Pereira Caetano de Almeida, de 16 anos, está internado em estado grave na UTI do Hospital de Base (HB) de São José do Rio Preto para tratamento de pneumonia.
Ele está preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto desde agosto e foi levado para atendimento médico no último sábado (1º de novembro), após apresentar falta de ar e baixa saturação de oxigénio. De acordo com informações apuradas, o quadro clínico piorou, e ele foi transferido para o Hospital de Base, onde permanece sedado e intubado na Unidade de Terapia Intensiva.
Uma fonte próxima ao caso informou que o empresário apresenta sinais de melhora e que a previsão é de que ele possa ser extubado nos próximos dias, dependendo da evolução do tratamento.
Em nota oficial, o Hospital de Base confirmou que o paciente "está sob atendimento na instituição”. O hospital informou ainda que, em respeito ao artigo 11 do Código de Ética Médica, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e aos artigos 153, 154, 269 e 325 do Código Penal Brasileiro, está impedido por lei de divulgar detalhes sobre o quadro de saúde, garantindo o sigilo médico e o direito à privacidade do paciente.
Gleison responde a processo pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, tráfico de drogas e fornecimento de bebida alcoólica a menor. O inquérito foi concluído pela Delegacia de Homicídios (DH) e pela Divisão Especializada em Investigação Criminal (Deic) de Rio Preto, e o caso corre sob segredo de Justiça.