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Equipe da Vigilância Ambiental realiza abertura de imóvel abandonado no bairro João Paulo II para eliminar focos do Aedes aegypti e outras pragas.
Autor: Marcos Morelli/ SMCS
Equipe da Vigilância Ambiental realiza abertura de imóvel abandonado no bairro João Paulo II para eliminar focos do Aedes aegypti e outras pragas.

603 imóveis abandonados já foram abertos pela Vigilância Ambiental em 2025 em Rio Preto

Autor: LEONARDO GARCIA
30/09/2025 às 12:40
Cidades

Ações amparadas por lei municipal buscam combater criadouros de dengue, escorpiões e outras pragas urbanas


Seiscentos e três imóveis abandonados em São José do Rio Preto já passaram por intervenção da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde em 2025.
A iniciativa é respaldada pela lei municipal nº 13.560/2020, que permite a abertura de imóveis não utilizados, não habitados ou abandonados, e tem como objetivo principal eliminar riscos à saúde pública, como criadouros do Aedes aegypti (mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika), foco de escorpiões e outras pragas.

Na manhã de segunda-feira (29/09), o biólogo César Jerônimo conduziu uma operação em uma residência no bairro João Paulo II, região considerada crítica para essas ocorrências.
"Fazemos o monitoramento desses imóveis que representam risco coletivo à saúde pública. Em ação conjunta com a Secretaria de Serviços Gerais, visamos combater criadouros do mosquito Aedes aegypti, abrigos para escorpiões e roedores, mosquito-palha, vetor da leishmaniose”, explicou.

Além da condição de abandono, o imóvel estava tomado por lixo descartado irregularmente pela população.
"O munícipe é corresponsável na fiscalização, na denúncia e na cooperação para impedir que virem espaços de descarte de lixo”, completou Jerônimo.

Para o descarte correto de resíduos domésticos, a população pode utilizar a coleta regular ou um dos 14 pontos de apoio distribuídos pela cidade. Neles, são aceitos: troncos, galhos e materiais de poda; madeira, plástico, metal, vidro, papel e papelão; móveis e eletrodomésticos sem condições de uso; materiais cerâmicos (tijolos, pisos, azulejos etc.); e pequenas quantidades de entulho (até 1m³).

As denúncias sobre locais que concentram lixo, entulho e criadouros podem ser feitas pelos telefones 0800 770 5870 e 0800 771 7123.







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